Segunda, Outubro 23, 2017
   
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Felicidade se ensina - parte 2

felizBem, se nos dispusemos a ser pais e educadores que ensinarão as crianças a ser felizes, precisamos saber exatamente com que idade e que tipo de intervenção para que este trabalho seja efetivo e se torne parte da disciplina diária.

Em cada idade, há uma forma de conduzir o trabalho e quanto mais cedo ele começar, melhor. Isto quer dizer que este trabalho pode se iniciar nos primeiros dias de vida da criança. 

Mesmo sem ainda falar ou atuar de forma consciente no plano físico, a criança costuma estar bastante aberta às vibrações do plano astral e a toda energia oriunda de seus pais, portanto, aconselhamos que do nascimento até o desenvolvimento da fala, os pais façam oralmente, o balanço do dia com seu filho, ressaltando tudo de positivo que foi vivenciado: as visitas, as brincadeiras, o banho, o alimento, a saúde, o carinho e amor recebidos, o bom sono... Não se esquecendo de agradecer por eles e de fazer um breve planejamento positivo do dia seguinte.

Da fala desenvolvida (formação de frases completa) até os 3 anos de idade, a criança pode ser convidada a repetir oralmente a avaliação do dia e, ao final, serem perguntadas se lembram-se de algo bom que aconteceu durante o dia e que querem relatar.

A partir dos 3 anos, depois de já ter ouvido os pais ou professores fazerem este balanço diariamente, a criança deve começar a ser estimulada a fazer este balanço por si mesma, sendo incentivada pelas perguntas e colocações dos adultos a concluir por uma positividade do dia. Este acompanhamento deve seguir diariamente até os 14 anos.

Após esta idade, o pré adolescente deve ser lembrado diariamente de reservar um momento para fazer este balanço e de preparar-se para ele, dando-lhe a devida importância. Por isso é que ele não deve ser feito de qualquer jeito, em qualquer lugar, como um cumprimento de obrigação. O momento é especial, pois nele, se está construindo um futuro feliz.

Planejar a vida e ser capaz de vivenciar tudo o que ela tem de melhor é o alimento da alma, que desenvolve um espírito pleno de virtudes e satisfeito pela oportunidade de vida.

Bibliografia

COHEN, M. ”A receita da felicidade”. Revista Planeta. Dez12/jan13, edição 283 P50-5 

MORAIS, E. S. Estudo. Realizado em ocasião de Reunião do Grupo Escola. IPE – Instituto de Pesquisas Evolutivas. Paulínia, 21 de abril de 1999.

MORAIS, E. S. ”Propensão ao Bem” – in: www.ipe-instituto.org.br

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Foto: © Do Ra – Fotolia.com

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