Saúde: A energia vital dos alimentos

legumes

Os alimentos são o combustível físico e energético da máquina humana. Suprem com nutrientes o corpo físico e com energia vital a estrutura dos corpos energéticos.

 

 

 A energia vital dos alimentos provém dos elementos presentes na natureza. Na antiguidade os gregos afirmavam que a natureza era constituída de quatro elementos: o fogo (sol), a água, a terra (minerais) e o ar. A ciência ocidental estuda alguns dos constituintes destes elementos fundamentais, organizando-os em uma tabela periódica, que traz não só constituintes naturais, encontrados nos mares, rios, terra e atmosfera, como outros sintetizados em laboratório, chamados artificiais. A medicina chinesa estuda a constituição dos elementos não apenas sob o ponto de vista físico ou químico, mas sob o ponto de vista extrafísico. Afirma que os alimentos cultivados no solo, ao absorverem, a água, os raios solares, os nutrientes da terra e realizar a troca gasosa com o ar possuem muito mais energia vital que os alimentos produzidos artificialmente.

Atualmente com o crescimento do capitalismo e as facilidades do mundo moderno a alimentação perdeu sua função nutritiva para dar lugar ao prazeres das sensações, tendo com isso provocado um déficit tanto nutritivo quanto energético. No processo de industrialização, substâncias artificiais são incorporadas, como agrotóxicos, hormônios, corantes e conservantes. Estas substâncias não nutrem o organismo, que se esforça por digerir o alimento industrializado, esgotando com isso sua reserva de energia vital. Muitos processos alérgicos representam a defesa do organismo, que não reconhece os alimentos ingeridos, que são incompatíveis com a estrutura natural orgânica e energética.

Segundo a presença de energia vital os alimentos foram classificados em:

a) Alimentos Biogênicos e Bioativos: geradores e ativadores da energia vital. São regeneradores, aumentam a imunidade e a vitalidade. Atuam como desintoxicação orgânica, regulam a produção dos hormônios, promovem bem-estar e vigor, proporcionam clareza mental e equilíbrio emocional, permitem à máquina humana trabalhar no máximo do seu potencial de desempenho e eficiência. Fazem parte desta classe: grãos, sementes, cereais, leguminosos, hortaliças, ervas medicinais, nozes, e frutas cruas.

b) Alimentos bio-estáticos e biocidas: fornecem pouca ou nenhuma vitalidade pois perderam sua energia vital através de processos químicos de refinação, conservação e congelamento. Garantem o funcionamento orgânico no potencial mínimo, causam degeneração e envelhecimento. São alimentos com alto grau de industrialização ou produzidos artificialmente. São os mais utilizados na alimentação moderna, podendo causar doenças como diabetes, arteriosclerose e câncer.

A doença é resultado da intoxicação do corpo físico e energético. “A apatia, a falta de concentração, o desinteresse pela vida e pelos conhecimentos que garantem a vida é o estado preliminar da doença.”3 Já a saúde reflete um estado de vigor e alegria, que pode ser obtido através da simples da alimentação natural, opção do homem evoluído.

Ao querer se tornar um Ser espiritual, o homem não mais desgasta sua energia vital com os processos da má alimentação. Usa a energia vital dos alimentos geradores de vida como recurso energético para expandir sua energia e utilizá-la a serviço da creação.

Autora: Claudia Soares

Fontes: 

1. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário Eletrônico Aurélio. Versão 5.0. 3ª Ed. 1ª Impressão. 2004.

2. SARDELLA, A; LEMBO A. Química. São Paulo: Editora Ática, 1990.

3. MORAIS, R. E. M. No caminho da alimentação viva. Disponível em: http://www.alegresvegetarianos.com/alimentovivo.htm > acesso em 08/11/2010.

Foto: © fotolia.com

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