Brasil: O Brasil se destaca no surf

surfQualidade de vida implica em lazer e esporte e uma boa opção é o surf, que é praticado em ambientes litorâneos com certa incidência de ondas.

Muito prazeroso, ele acontece na superfície da água e o praticante desliza em pé na prancha, aproveitando a onda que vai quebrar na praia. Dependendo da habilidade, do grau de dificuldade e da criatividade dos movimentos executados, essa prática pode ser considerada um esporte radical. Seus adeptos garantem que o esporte proporciona um estilo de vida com harmonia entre o homem e a natureza.

Atualmente, nosso maior representante é o paulista de São Sebastião, Gabriel Medina que começou a surfar aos 9 anos de idade e aos 11, já era campeão nacional em Búzios/RJ.

Ele é o mais jovem brasileiro a ingressar no ASP World (WT), que é restrito aos 36 melhores do planeta. Ele venceu campeonatos do Brasileiro Amador e de outros circuitos, como o vice campeonato na Califórnia e no Equador. Profissionalizou-se em 2009 e, a partir de 2011, começou a partilhar as ondas com os tops do mundo. Competiu na França, Espanha, Austrália, e é considerado o surfista do Brasil que mais tempo liderou o ranking mundial.

Em 2014, Gabriel Medina entrou para a história como grande vencedor, com apenas 20 anos, ergueu a taça em Pipeline, no Havaí.

Entretanto, há algum tempo, o surf sofria certo preconceito, pois era considerado por alguns, como uma atividade de desocupados, de gente sem futuro. Hoje, ele é visto com outros olhos, além de ser um esporte respeitado que profissionaliza grandes atletas como os brasileiros que nele se destacaram, também é uma atividade terapêutica. Assim sendo, o destaque do surf brasileiro não está somente nos troféus.

Graças à iniciativa de grupos organizados como o ADAPTSURF, muitas pessoas com algum tipo de deficiência podem ter contato com o surf e, para haver uma integração com a natureza, é preciso respeitá-la e conservá-la.

O instituto Adaptação e Surf – ADAPTSURF é uma associação sem fins lucrativos, que luta por praias limpas, despoluídas, através de projetos ambientais de educação e conscientização. Porém seu maior ideal é “promover a inclusão e integração social das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, garantindo igualdade de oportunidades e acesso ao lazer, esporte e cultura, através do contato direto com a Natureza”. Com algumas mudanças, o acesso à praia pode permitir a qualquer pessoa o contato com o mar.

Esse trabalho de adaptação ao fascinante mundo do surf tem mostrado excelentes resultados físicos e mentais, garantindo melhora na qualidade de vida, com vivência de situações de sucesso e superação de situações de frustração, melhoria das condições funcionais do organismo – aparelho circulatório, respiratório, digestivo, bem como muita alegria na reabilitação de deficientes.

A ex-atleta olímpica Laís Souza, que sofreu um acidente que a deixou paralítica antes dos últimos Jogos de Inverno, narrou, em entrevista, seu prazer de surfar, um ano após o acontecimento. Laís surfou em uma prancha adaptada e se divertiu bastante ao entrar em contato com as ondas, ao lado de seus amigos.

“Amei a experiência, obrigada galera!”

Autora: Lídia Reganeli

Fontes: http://g1.globo.com/fantastico

              http://www.adaptsurf.org.br

Foto: © trubavink – Fotolia.com      

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