Ética & Cotidiano: Ética e Amor

amorO amor é simples porque, enquanto essência, já nasce conosco e a ética funciona como um facilitador para sua expressão. Ambos formam uma combinação perfeita para que o nosso comportamento deslize no caminho da felicidade.

Muitas vezes questionamos o que espera de nós essa tal evolução, quando diz que precisamos nos tornar melhores a cada novo dia. Mas como fazê-lo diante de tantos reversos que o cotidiano nos impõe?

Talvez, um projeto produtivo para nós mesmos, como conquistar a unidade de ser, seja trabalhar conosco mesmos, aprender a tolerar e resolver conflitos.

Por vezes, nos equivocamos e podemos considerar que a partir do momento que acionamos esse centro de amor, podemos, como num passe de mágica, resolver todos os nossos problemas. Contudo, a engrenagem para o desenvolvimento de nossas capacidades requer a justa medida, a combinação dos elementos corretos.

etica

A nossa capacidade individual de nos reinventar requer empenho no crescimento de nós mesmos e motivação do amor próprio. Além da determinação de agarrar o sopro da vida, lidar com as adversidades sem sucumbir e adentrar nas dependências emocionais que prejudicam até o relacionamento conosco mesmos.

Por isso, em questão de relacionamentos, constatamos que os iguais se atraem. É a tal da afinidade, requisito para uma convivência sadia.

Evidente que a capacidade de comunicação pode nos aproximar uns dos outros. Envolve falar dos sentimentos, pensamentos e decisões importantes que nos afetam, bem como de comida, arte, política, esportes, direitos, obrigações e até de psicologia.

Importante ressaltar que ética e amor se conjugam porque não há como nos tornar indivíduos, fazer o que é o certo, se não for por nós mesmos. A unidade a qual nascemos para nos revelar importa na conquista diária de nos tornar autossuficientes.

O mundo no qual vivemos nos incita a utilizar da razão para poder viver em paz, sem amarras ou dependências que possam nos impedir de alçar altos voos. Libertos das simbioses, podemos ser nós mesmos no uso da energia do amor com alicerce ético.

Viver só não significa solidão nem alienação. O fato de se bastar é a virtude dos fortes, dos destemidos, daqueles que conseguem transformar o caos em paraíso.

Todo aquele ser que transforma a sua vida em sucesso e prosperidade; que independente de sexo masculino ou feminino, constrói para si uma base material segura que possa sustentá-lo como moradia, locomoção, trabalho, amigos, sempre pautado no amor e na ética, pode se considerar realizado.

Evidente que nessa conjectura não faltarão pessoas com as quais possamos compartilhar de tamanha felicidade. Viver em estado de amor, e não de compulsão, nos permite conviver entre criaturas que se enxergam como unidade.

Aceitar-nos ainda como seres incompletos nos faz viver o prazer da sensação de intimidade do convívio com outra criatura semelhante a nós.

Não é preciso descartar a nossa sexualidade, podemos utilizá-la sem promiscuidade, numa fusão de duas pessoas adultas e sensíveis numa completude de almas, no uso da inteligência espiritual.

A liberdade de poder ser revela que somos capazes de viver e conviver em harmonia com todos aqueles que já se descobriram na energia do amor e concluiram que a ética e o amor são a rota da libertação.

Autora: Antonia Cyrillo

Fonte: Uma nova visão do amor – F. Gikovate
Foto: © graphlight – fotolia.com
© NorGal – fotolia.com

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